A Dra. Sara, em participação no podcast Mamacita – Chá das Mães, destacou um ponto crucial: “o corpo da criança ainda está em transformação”. Em uma era dominada por redes sociais e filtros de beleza, a exposição precoce à pressão estética pode comprometer o desenvolvimento físico e emocional das crianças.
- A pressão da aparência idealizada
- Estudos mostram que filtros de beleza nas redes (como Snapchat e Instagram) reduzem a autoestima em meninas adolescentes, especialmente quando passam a se comparar com versões alteradas de si mesmas (The Guardian).
- “Snapchat Dysmorphia”: quando selfies inspiram cirurgia
- O termo refere-se ao relato cada vez mais frequente de pacientes que desejam cirurgias para se parecer com suas selfies manipuladas — um reflexo da desconexão entre a imagem real e a ideal online (Wikipedia).
- Comparações irreais com pares e influenciadoras
- A exposição a feeds repletos de fotos idealizadas de colegas ou influenciadoras leva a queda no bem-estar corporal e aumento da ansiedade entre jovens (PMC).
- Repensar expectativas: A infância não é palco de estética — é tempo de construção da autoestima e do equilíbrio.
- Reforçar valores genuínos: Incentivar as crianças pelo que fazem, sentem e aprendem — não por como aparentam.
- Oferecer orientação consciente: Pais e educadores têm papel fundamental em filtrar influências online e proteger o desenvolvimento infantil.
